13/11/2008

A Revolução Digital chega às nossas Bibliotecas?


Apenas uma questão sobre a qual teremos que reflectir como cidadãos informados nesta sociedade da informação e da revolução tecnológica. Deixo aqui excertos de um artigo, a que podem aceder na íntegra aqui.

"Por que os livros são o último baluarte da tecnologia analógica?", perguntou Jeff Bezos, presidente-executivo da Amazon.com, em novembro do ano passado, quando sua empresa lançou o Kindle, um leitor eletrônico portátil. Por muito tempo, depois que outras mídias aderiram à revolução digital - e em alguns casos depois de sofrer suas conseqüências adversas -, as editoras de livros continuaram fiéis a reconfortantes ferramentas de baixa tecnologia como a impressão, a tinta e o papel. […]
Um ano depois, parece que esse baluarte enfim começa a ceder. O mundo dos livros também está se transformando em um mundo digital.
Recentemente, escritores e editoras norte-americanos chegaram a acordo com o Google quanto ao programa de busca de livros do grupo, sob o qual o Google está digitalizando o conteúdo de milhões de livros e fornecendo seu conteúdo via Internet. O acordo permite que o Google venda versões eletrônicas de trabalhos protegidos por direitos autorais que estejam fora do prelo, uma categoria que inclui a vasta maioria dos livros do planeta.
[…]Este mês, um grupo de bibliotecas e arquivos nacionais europeus planeja abrir o Europeana, um banco de dados online contendo dois milhões de livros e outros itens históricos e culturais, entre os quais filmes, quadros, jornais e gravações sonoras. As cartas de Mozart aos amigos, parte do acervo da Biblioteca Nacional Austríaca, em Viena? Estão lá. Partituras de seus primeiros trabalhos, que integram o acervo da Bibliothèque Nacionale de France?
[mas] Os esforços para criar bibliotecas ou livrarias online continuam a ser mais complicados na Europa que nos Estados Unidos. ….
Tradução: Paulo Migliacci ME
Herald Tribune

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